terça-feira, 6 de julho de 2010


Era lindo o nascer do sol naquele dia. Acordei cedo não tinha muito que fazer, passei a maior parte do tempo no meu quarto. Comecei a ler uns livros, mas minha garganta estava estranha, depois a dor de cabeça, a indisposição. Voltei a dormir, e assim passei a maior parte do dia.
No final de semana foi à mesma coisa, então, comecei a escrever, já que havia cansado de ler livros.

“Ainda penso em você com muita freqüência, já que sempre ouço seu nome, e por incrível que pareça você está em toda parte.
Agora eu permaneço confusa, sei lá será que é só isso, só foi isso. E agora? O que vai acontecer, eu não quero que acabe não quero esquecer nem deixar para lá. Quero que permaneça porque algo me diz que não acabou, mas parece que... Eu estou deixando de lembrar o seu rosto, é estranho parece que a minha bateria esta sendo descarregada e se você não aparecer logo, eu vou apagar, a bateria vai se estragar e depois não vai ter mais jeito. Eu sinto que de serta forma ainda estamos ligados, por mais que estejamos muito distantes um do outro.
Será que amar é essa confusão toda? Ou será que é só a gente que complica?”

Eu me recuperei bem durante o final de semana, na segunda já acordei bem melhor, com muito mais disposição. Será que eu só precisava de um tempinho a mais para pensar na gente? Ou em mim. Eu não sei mais de nada.

Marcela Alves.

3 comentários:

Tatá disse...

belíssimo. blog maravilhoso o teu! ;*

Thiara Ribeiro disse...

E vc escreveu tudo que eu qria dizer! ^^

Erllen Nadine disse...

"Eu sinto que de certa forma ainda estamos ligados, por mais que estejamos muito distantes um do outro." Sinto a mesma coisa! ;~
Acho que amar é um pouco dos dois... é confuso, agente complica! ;P

Adorei o texto *-*