segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Re.encontro

Era meu dia de folga, deitei-me na minha cama só para ficar atoa, o celular tocou e dizia apenas (Nova Chamada). Não consegui reconhecer a voz, quando me disse seu nome meu coração estremeceu, dei um salto da cama.
Você, com uma desculpa esfarrapada disse que estaria por lá hoje e todos os meus planos de ficar em casa assistindo seriado e comendo doces, foram por água a baixo. Começei a me arrumar dessesperadamente. Quando desliguei o celular, estava terminando de comlocar o sapato, apressei minha amiga que me devia um favor e saimos bem rapido.
Quando cheguei, demorou um tempo. O cantor entrou no palco, cantou metade de uma musica e demos de cara um com o outro mais uma vez. Um beijo no rosto e o tempo parou, parece que o sangue voltou a sircular nas minhas veias (Ele é o antidoto).
Depois de algumas trocas de olhares e uma ou duas cervejas, seus amigos me chamaram, começamos a converssar, voce dizia uma ou duas palavras de vez enquando, seus amigos que mandavam o tema da converssa. Depois d eum tempo achamos melhor continuar na amizade, o futuro ninguem sabe mas agora nada daria certo, seria burrice insistir em um erro..
O meu coração diz que não acabou e os seus olhos dizem que voce quer continuar mas as circunstâncias nos fazem desistir..

 
Marcela Alves

6 comentários:

Thiara Ribeiro disse...

Odeio essas circunstâncias...

. Nadine disse...

"Um beijo no rosto e o tempo parou." ahh *-*
tem beijos que fazem o tempo parar mesmo!

Também não gosto dessas circunstâncias! Elas doem :/ Mas se teu coração diz que não acabou, escuta ele um pouquinho rs.

Beijooo!

. Nadine disse...

P.s.: o blog tá lindo! *---*

Lilly M. disse...

uau!
ameii o texto
:D

muiito Bom' querida

Mayara disse...

É tão ruim quando algo nos afasta de quem gostamos, fica pior se sentimos que não acabou :(
....


odeio essas circunstâncias(2).rs.

Naia Mello disse...

Afinal, tudo um dia tem que acabar. Não cabe mais nas nossas mãos, quando tudo fica maior demais nas mãos, pesadas de carregar tanto peso, o coração guarda para si as lembranças e as mãos ficam livres.